Para muito além de inclusões descartadas por aliados estratégicos!!!

Certamente estas eleições municipais ocorrem ocorrem em uma conjuntura de exceção, tendo como centro um golpe parlamentar financiado e amparado judicialmente, até fatiado. Um golpe que se consolida dia a dia, sem cerimonia e protocolos, mesmo em sua interinidade inicial.
Dos termos de uma disputa anunciada em 2002, reafirmada em 2005, 2013, 2014 e 2016, a criminalização do petismo era parte integrante de uma narrativa, jamais compreendida pelos “dirigentes” ou consultores personalíssimos de um partido, dito de esquerda, mas adepto à processos eleitorais internos, tão ou mais financiados por empresas, adversárias de uma lógica inclusiva, libertadora e emancipadora. Um partido, onde as bases eram excluídas das decisões mais importantes, entre elas a aliança com o câncer maligno do golpe, o PMdb! Um tumor que se propagava lentamente, alcançando seu ápice em 2016.
Golpe dado! Golpe efetivado! Golpe nacionalizado! Movimentos se uniam no #Fora Temer e, mesmo assim, uma parte do PT (do Pmdb) corria para apoiar Rodrigo Mais 1%, já no primeiro turno, como se os turnos fossem definidores de uma alternativa concreta ao golpe, dentro do recinto do golpe, sem ingressos efetivos.
É neste contexto que encontramos uma esquerda pulverizada, mas resistente e insistente nas ruas e no parlamento dominado por uma maioria significativa de bancadas bancadas para o golpe e afirmação de um programa derrotado nas urnas para o executivo, mas amparado, nas mesmas urnas pelo legislativo, bicameral, distorcido duplamente. A afirmação se propagava pelos legislativos estaduais e municipais. E o Rio não fugia à esta regra, até com anuência de parlamentares do PT na Câmara de Vereadores, quando o assunto era a tarifa de transportes, a violência aos professores da rede pública, a ausência de transparência dos contratos das OS’s, o combate ao comércio e à cultura de rua, etc..
É exatamente por ausência de reformas estruturais, que este governo ilegítimo se ampara neste mercado de notícias convincente e manipulador de pesquisas, dados e fatos. E, ainda, é assistido por um judiciário atento aos interesses de 1% dos privilegiados intocáveis, em ajustes, repatriações ou tributações básicas.
Dividimos permanecemos em diversas cidades estratégicas, inclusive na luta contra o golpe e o retrocesso configurado, por ausência de entendimentos anteriores ao próprio golpe, onde as alianças conservadores eram justificadas e justificativas de permanências. Diga-se até hoje, se considerado o município do Rio Olímpico da periferia descartada, maltratada, assassinada, torturada! Mísera periferia negra, pobre, juvenil, das valas negras apreciadas em teleféricos desnecessários!                                                                                                                                       Por um Rio inclusivo, participativo, ativo e democrático!!!
Unidade da esquerda, da nova esquerda, sem pragmatismos de permanências e com programas igualitários e emancipadores, para muito além de inclusões descartadas por aliados estratégicos!!!
Por este motivo voto em FREIXO e REIMONT no Rio!!!

Votaria em São Paulo no HADDAD, em Porto Alegre no RAUL PONT!!!

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