Consultas, referendos e plebiscitos, um atentado terrorista?

Na correria das reflexões, sobre as verdadeiras razões da pulverização das esquerdas e desta novidade, a narrativa do terrorismo na ‪#‎CidadeOlímpica‬ ou espalhadas pelo país, pouco exercitamos e exigimos.
Primeiro, ‪#‎ForaTemer‬, leve o PMdb e todos os partidos golpistas, em algumas cidades ainda aliados estranhos, nas entranhas!
Segundo, vivemos um processo de esgotamentos. De fato são plurais e pulverizados por movimentos de contestação. De contestações aos limites impostos pela transição para a democracia, como fundamento e entendimento de ruptura com os preponderantes ciclos autoritários ao longo de um republicanismo monárquico, pensado para nada mudar na raiz patrimonialista deste Estado configurado ainda no Império!
Neste quadro, a pós-modernidade carece de movimentos renascentistas e algum sabor de mudanças, inovações e embates libertários com algum poder emancipatório!
Antes deste ciclo golpista, entre interinidades, pensávamos nós, da esquerda, ou, deste amplo campo diluído do progressismo democrático, que a constituição de 1988, com avanços qualificados, no preâmbulo e nos seus capítulos sociais, por si só e sem as devidas regulamentações das comunicações, financeiras e administrativas, sem as reformas estruturais da política, do regime tributário, estaria consolidando um Estado Democrático e sua límpida presença em áreas estratégicas, educação, saúde e previdência social, energia, telecomunicações, tecnologia e inovação, transportes, recursos naturais, para citar alguns dos nossos retrocessos injustificáveis nesta temerária interinidade protagonizada por um partido estratégico na aliança,sustentabilidade e governabilidade aparentes.
Uma aliança que garantiria uma traumática e recorrente conciliação “por cima”, para garantir um suposto e inesgotável presidencialismo de coalizão parlamentar financiada e emendada!
Ao aderir à carta imposta aos “brasileiros” de primeira classe, abandonou, a esquerda, seu papel tradicional libertário e emancipatório, na disputa de narrativas políticas, sociais, culturais e econômicas, para muito além das contradições elementares de uma financeirização das relações e precarizações laborais!
Na ausência de interlocução com o dito povo, cujo poder é exercido indiretamente por uma distorcida e financiada representação, prevalece a passividade e a covardia desta esquerda que se negou à disputar na comunicação das narrativas existentes e de percepções estabelecidas, com um mercado sem raiz de cidadania!

Hoje parte ainda resiste ao plebiscito, à constituinte exclusiva, às reformas estruturais, à defesa de eleições gerais! Resiste à radicalidade democrática orgânica dos próprios partidos, sindicatos e associações! Resiste às consultas e referendos, em qualquer instância ou fórum!!!

Sebastian Archer

Anti candidato à vereador

Número: 00000000000000

Situação: Condenado pelo TRE/RJ

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